No último FOFOCATCH, contei por que acredito que curadoria vem antes de catálogo.
Nesta semana, estou em São Paulo para uma das etapas que mais gosto desse processo: visitar showrooms e escolher pessoalmente as peças que farão parte das próximas coleções da Catch.
Antes de cada viagem, defino o que estamos buscando, observo o que faz sentido complementar em nossa curadoria e, principalmente, penso em quem vai usar cada uma dessas joias.
Escolher entre tantas possibilidades
Visitar um showroom é ter diante dos olhos inúmeras possibilidades de modelos, pedras, tamanhos, acabamentos e valores.
E é justamente aí que a curadoria faz diferença.
Não procuro simplesmente novidades. Procuro peças que conversem com a identidade da Catch e com aquilo que nossas clientes já gostam de usar.
Nesta viagem, a seleção está concentrada em três frentes: joias para festa, moissanite e peças delicadas para o dia a dia ou para presentear.
O que observo durante a escolha
Além da beleza, observo acabamento, qualidade, proporção e versatilidade.
Também penso em como aquela joia conversa com peças que já fazem parte da nossa curadoria. Afinal, uma nova coleção não precisa substituir aquilo que já amamos: ela pode trazer novas possibilidades para combinar, misturar e construir um porta-joias cada vez mais pessoal.
Entre novidades e escolhas
Nem tudo o que é novo precisa chegar à Catch.
Algumas peças chamam atenção imediatamente. Outras são bonitas, mas simplesmente não fazem sentido para a nossa curadoria.
É esse olhar que transforma uma grande variedade de joias em uma coleção com identidade.
Nos próximos dias, vocês começarão a conhecer um pouco das escolhas que fiz por aqui.
Com carinho,
Camila
